Sim. Um terminal não exige que todos os subsistemas sejam fornecidos por um único fabricante, desde que as interfaces do sistema sejam claramente definidas desde o início. A matriz de interfaces deve abranger tipos de sinal, protocolos de comunicação, prioridades de alarme, permissões de comando, sincronização de tempo, propriedade dos dados e responsabilidades de teste. Dependendo dos requisitos de troca de informações, podem ser utilizados sinais com fio e protocolos industriais abertos, como Modbus, OPC e OPC-UA.
O GLEN CMS pode reunir dados de QRH, BAS, EMS e MLMS em uma plataforma de sala de controle para monitoramento do status dos equipamentos, gerenciamento de alarmes, registro de dados históricos e análise de tendências. Ele também pode ser integrado a DCS, SSL, AIS e CFTV. O MLMS pode monitorar cargas individuais nas linhas de amarração e se conectar com o QRH e o CMS, enquanto o EMS pode fornecer dados de vento, corrente, ondas, marés e meteorológicos.
A definição antecipada das interfaces permite que as empresas de EPC (Engenharia, Aquisição e Construção) selecionem equipamentos adequados de diferentes fornecedores, reduzindo o risco de comissionamento nas fases posteriores do projeto.
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