O cais, a FSRU e os sistemas de LNGC devem ser projetados como uma única interface operacional, em vez de serem tratados como três sistemas separados. O projeto deve definir quem pode iniciar uma ação de emergência, quais permissões ou confirmações são necessárias, se uma sequência de liberação é necessária, como as cargas de amarração são exibidas, como os sinais de ESD são trocados e quais status e alarmes dos equipamentos estão disponíveis para cada parte operacional.
Essa coordenação reduz o risco de suposições incompatíveis entre fornecedores de embarcações, FSRUs e terminais. As responsabilidades de interface devem ser estabelecidas durante a fase de FEED ou projeto detalhado e, em seguida, verificadas por meio de revisão de documentos, FAT, testes de integração de sistemas e SAT.
O sistema de controle de liberação remota GLEN suporta liberação de gancho único ou em grupo, feedback em tempo real do status do gancho e interfaces com sistemas CMS, PLC e ESD. A lógica de liberação final deve ser regida pela filosofia de controle aprovada, matriz de causa e efeito e documentação da interface.
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